Rss Feed
De que valem todos meus esforços
Tais esforços perante meu próprio ser
A beira de minha alma em destroços
E tudo somente me forçando a lhe dizer

Sobre aquela minha lembrança do amor
Que ficou, junto com toda minha existência
Jogada a beira do abismo que sobrou
Em meu peito, sob a sua influência

O que ainda querer te dizer, se não me ouve
Não sente, não está, não é
Resta-me viver de sonhos

Enquanto há de querer me ter
Em meu mundo que eu penso
Existir para mim, em mim.

0 comentários:

Postar um comentário